domingo, 15 de dezembro de 2013

Compartilhando experiências - Cristiane Rivarola

Escola Estadual José Barbosa Rodrigues


    Olá colegas, estou aqui para compartilhar minha experiência no estágio III, que foi realizado na escola José Barbosa Rodrigues, situada na rua Elesbão Murtinho, 856, bairro Universitário, próximo ao terminal guaicurus, no período noturno, com a professora de química Aline Menegassi. Atualmente a direção escolar é composta pelo diretor Edvaldo Lourenço e diretora adjunta Martina Ramires. Bom, a escola José Barbosa Rodrigues, foi realmente uma nova experiência pra mim, pois os estágios I e II havia realizado na escola Amando de Oliveira, e apesar de trocar de escola não muito feliz, foi gratificante a nova experiência.
    Chegando na escola já tive uma surpresa de me deparar com um sistema totalmente diferente, assim como relatei aos colegas de sala, na escola José Barbosa Rodrigues as coisas funcionam diferente, kkkkkkk, lá as aulas de iniciam ás 18:50 e só pode entrar após esse horário alunos que trabalham e possuem um crachá, como um certificado de que podem chegar atrasados, se o aluno esquece o crachá, ele não entra. As salas possuem ar condicionado e tranca que só abre por dentro ou na sala dos professores.
    A professora Aline é formada em Química-Licenciatura pela UNIPAR (Universidade Paranaense), passou no concurso e por isso veio parar aqui na nossa cidade, ainda está se familiarizando com o nosso estado, mas é uma ótima professora de química e nos demos muito bem. Passei as noites de segunda e quinta acompanhando o trabalho da Aline e isso com certeza somou muito mais pro meu crescimento profissional. Conseguimos realizar experimentos em duas salas do segundo ano, sobre reações de oxirredução, no qual, os alunos gostaram muito e foram participativos. 
    Deixo aqui relatado o imenso prazer que tive em realizar a disciplina de estágio nesta escola, e a dica, para quem tem muitos estágios ainda pela frente.


Obrigada galera, Abraços!!!

sábado, 14 de dezembro de 2013

SEGUNDA POSTAGEM
ESCOLA ESTADUAL VESPASIANO MARTINS
LUÍS HENRIQUE DE OLIVEIRA ALMEIDA

         Na ESCOLA ESTADUAL VESPASIANO MARTINS, o discente Rafael de Faria Maranhão e eu, tivemos a oportunidade de vivenciar algumas de várias experiências de um professor de Química, Biologia, Física, Artes, etc.
         Todo final de bimestre há uma reunião com a presença da diretora, coordenadoras e professores na escola onde fizemos o ESTÁGIO OBRIGATÓRIO I, onde eles discutem as notas, comportamento e freqüência dos alunos matriculados, para que então os alunos possam ter acesso à suas notas. Essa reunião é chamada de CONSELHO DE CLASSSE, e durante o período em que estivemos na escola houve uma dessas reuniões, da qual fomos convidados a participar, o que segundo a diretora, Sr.ª DENISE MARTINS FERREIRA, seria bom que participássemos pois assim nos acostumaríamos com as obrigações /deveres de um professor.
         Outra experiência que vivenciamos, a qual julgo ser uma das mais importantes para um estagiário, foi a oportunidade que a Prof.ª LEUFA MARTINS FERNANDES DE ALMEIDA nos deu de ministrarmos as aulas para as turmas de 1º, 2º e 3º anos do Ensino Médio.
         Após o período que passamos na escola, podemos perceber que o professor, a direção, a coordenação e os demais funcionários da ESCOLA ESTADUAL VESPASIANO MARTINS são profissionais de excelência, preocupados com a educação dos jovens e adultos que lá estudam, e também são profissionais que nos receberam com muita atenção e carisma.
         Após esse período de Estágio na referida escola, pudemos entender melhor como um professor deve atuar em sala de aula e quais são as dificuldades que nós, futuros professores de Química, vamos encontrar pelo caminho.
      Atenciosamente,


LUÍS HENRIQUE DE OLIVEIRA ALMEIDA

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Primeira postagem...

Olá pessoal tive alguns imprevistos e só agora consegui fazer meu primeiro post. Dá primeira vez q fui incluindo no Blog eu acabei criando um e-mail e perdi o login e a senha,. Agora tem algumas semanas que recebi o convite novamente, mas como estava em semana de prova estava complicado para postar.

Bom é a segunda vez que realizo a disciplina de Estagio Obrigatório I, a primeira vez foi um pouco conturbado, e acabei não concluindo a disciplina. Após termos analisado várias Escolas Estaduais formamos grupos e visitamos algumas dessas escolas. Realizei meu estágio na Escola Estadual Clarinda Mendez de Aquino, que fica no Jardim Petrópolis em frente ao aeroporto. Fui muito bem recebido pela Diretora Marlene Felipetto Rossi de Oliveira e o coordenador  Roberto Luiz Dambros. Esse estágio teve como objetivo a observação da estrutura fisica e o funcionamento da escola como um todo e tambem a dinâmica de uma sala de aula.

Acompanhei o Professor  Éverton Paulino Damaceno, que fez sua graduação na UFMS, no período noturno. A Escola Estadual Clarinda possui ensino regular Fundamental e Médio nos períodos matutino e vespertino, e EJA III no período noturno.

No EJA III, os alunos são divididos em 3 grupos, para a realização das disciplinas a escolha dos próprios alunos. Estive acompanhando a turma do grupo 3, pelo fato de ser alunos que estavam tendo aulas de Química, Sociologia, Filosofia e Física. Durante 6 semanas, todas as quintas-feiras na período noturno,  estive na escola acompanhando o desenvolvimento das as atividades e pude compreender o funcionamento do EJA III. O Professor Éverton Paulino foi muito atencioso fornecendo todas as informações do EJA, não tive problemas algum o coordenador colaborou bastante com informações e documentação necessária.

Foi uma experiência muito boa, tive o apoio do professor e coordenação e em todas as duvidas que apareciam sobre o sistema do EJA foram sanadas a medida em que iam surgindo


Diego Fernandes de Oliveira  

Começo "conturbado", porém uma ótima experiência!

Junto com o aluno Luis Henrique, fiz meu estágio supervisionado na EE Vespasiano Martins, não tenho nada de ruim pra dizer sobre, sério, se tem algum lugar no Brasil onde as "coisas" funcionam, é lá.
Muito bem estruturada, todo mundo sabe de todo mundo, sempre tem alguém pra ouvir você, ou te atender conforme suas necessidades e capacidades da pessoa, enfim, uma ótima escola.
Sobre minha experiência e esse título de postagem, bem, admito ser um título dramático, o que não é difícil de perceber já que eu falei muito bem da escola.
Todos sabemos que escola no período noturno é bem diferente de escola no período matutino/vespertino, pode-se dizer que é outra escola no mesmo locar, lá isso até pode ser verdade, mas em relação aos alunos, e somente aos alunos, mais especificamente ao primeiro ano do noturno, uma sala cheia de problemas, tanto internos, quanto externos. O que mais me marcou foi o fato de um aluno específico tirou do bolso da calça, um "tijolo" de maconha e ofereceu pra um outro, ali, na nossa frente, como se fosse algo corriqueiro e essa sala, foi a primeira sala em que nós entramos, aí já viu, dizem que a primeira impressão é a que fica, já achamos que aquilo ali seria o resumo de nosso estágio, estávamos errados, felizmente.
Nos próximos dias, nos deparamos com uma sala de segundo e uma sala de terceiro muito boas e a chegada da professora recém aprovada no concurso, que chegou de sola, arrebentando, incrível! Controlou inclusive, a terrível sala de primeiro ano! Sim, pode-se dizer que foi traumático, porém fiquei feliz com o desenrolar da coisa toda, parabéns aos envolvidos no andamento da escola!

Rafael Maranhão

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Prêmio Gestão Escolar - EE Olinda Conceição Teixeira Bacha

Investindo o dinheiro do Prêmio

Boa tarde pessoal,

No post anterior eu falei sobre o Prêmio de Gestão Nacional que a Escola Olinda estava concorrendo e tudo o que acontecia lá durante a auditoria. Pois bem, a escola ficou entre as 6 melhores do país, representando assim nosso Estado de Mato Grosso do Sul. Foi a quarta vez que a escola participou do Prêmio Gestão Escolar. Além do Prêmio de Gestão a escola concorreu ainda nas categorias de Escola Destaque Nacional, o qual ganhou o título, e Escola Referência Nacional, disputado por diversas outras escolas de Estados como RN, SP, MG, MT e RR. Com essa premiação a escola ganhou uma quantia no valor de R$10.000,00 e, na semana passada quando estivemos lá pude ver no que esse dinheiro foi investido: na reforma da escola. 

                            Foto 1: Diretora Sirei recebendo o Prêmio Gestão Escolar em Brasília.


                              Foto 2: O telhado da escola, que antes tinha goteiras, sendo reformado.


                                            Foto 3: Reformas gerais na escola Olinda.


Foto 4: Nova cobertura sendo construída na escola.

Segundo a Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso do Sul: 

"O Prêmio Gestão Escolar se destaca como um dos mais relevantes instrumentos de mobilização e de autoavaliação das escolas públicas brasileiras, tendo como principal objetivo a melhoria da gestão e qualidade do ensino. Os participantes são avaliados em cinco dimensões de gestão: pedagógica, resultados educacionais, participativa, de pessoas e de serviços e recursos.
O prêmio tem o objetivo de fomentar a melhoria do sistema educacional por meio da identificação de ações bem executadas por gestões participantes. A cada ano, buscamos atrair mais escolas, para que exemplos de boa gestão se difundam e ganhem dimensão maior”, ressalta a secretária de Estado de Educação de Mato Grosso do Sul e presidente do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), Maria Nilene Badeca da Costa."
Vale ressaltar aqui que a Escola ganhadora do Prêmio Gestão Escolar foi da cidade de Juara - MT, mas a escola Olinda também recebeu a premiação por estar entre as finalistas. Abaixo segue o vídeo do Jornal Nacional que falou sobre a premiação:





Deixo aqui meus Parabéns à escola e os sinceros agradecimentos por sempre me receber de portas abertas, apesar de alguns apesares. 

Quem quiser conferir mais fotos da escola é só acessar o link: https://www.facebook.com/escolaolindaconceicao

Segunda postagem - EE Profª Maria Rita de Cássia Pontes Teixeira

Quero compartilhar com vocês, que ao longo do estágio mesmo sendo poucos dias criei um vínculo muito bom com a escola. Ao término do estágio e com a passagem do Professor Ivo no qual disse que eu faço parte do programa das Olimpíadas Brasileiras de Química que é um projeto coordenado pelo professor Onofre, tanto eu como a minha parceira de estágio Andressa então fomos convidadas pela escola a ministrar as aulas de química do projeto no período vespertino.

O que me surpreendeu foi que alguns alunos, nos quais dentro de sala pela observação não estavam com nota boa na matéria e nem tinham um comportamento em sala adequado participaram do projeto, estes foram ministrados todas as terças feiras a partir do dia 05 de novembro de 2013.
Esses alunos então me motivou a continuar levando o projeto, pois como resultado entrando em contato com o professor de química Jeferson, disse que as notas nas provas foram ótimas e que o objetivo deles que era necessariamente passar de ano foi alcançado e o meu como apenas uma graduanda de química também foi alcançado, pois como estávamos já no final do ano os conteúdos da OBQ continuará no ano de 2014, mais em especial tive uma participação na história deles, no objetivo que eles tinham e isso não tem preço pra quem já tem a certeza de que por mais difícil que seja a educação brasileira, ainda vale muito o esforço para formar alunos.

Grande abraço e até 2014!!!

domingo, 17 de novembro de 2013

Segunda Postagem – Observação EE Joaquim Murtinho

         Na primeira postagem eu falei sobre as características da escola, agora deixo aqui as minhas observações a respeito das aulas que presenciei.
          Eu observei duas salas de 1º ano (C e E), as turmas são vazias, com uma média de 15 alunos, sendo que, no primeiro tempo a quantidade presente é ainda menor, pois muitos chegam atrasados.
No primeiro dia, o professor ensinou o conteúdo de óxidos e foi possível perceber a dificuldade dos alunos com a disciplina de química.
No segundo dia, presenciei a aplicação da prova bimestral sobre ácidos, bases, sais e óxidos, que foi individual e com consulta ao material. A prova estava simples e com as questões explicadas claramente e, mesmo assim, os alunos tiveram dificuldades em entender o que era para responder.
O terceiro dia de observação foi o conselho de classe, onde os professores falavam os pontos positivos e negativos de cada aluno e as dificuldades da turma. Foi possível perceber que muitos alunos abandonam as aulas e acabam reprovando por falta, enquanto outros tiram muitas notas abaixo da média e acabam ficando de exame no fim do terceiro bimestre.
No último dia de observação ocorreu o Festival de Interpretação, por isso o primeiro tempo foi de 30 minutos e depois os alunos desceram para a quadra para participar do festival. A grande maioria permaneceu assistindo as apresentações até o final e torcendo pelos colegas que estavam competindo. Foi um momento de bastante diversão e interação de todos na escola.
Com o fim das observações, foi possível entender um pouco do funcionamento da escola e das dificuldades que os professores vem enfrentando nas aulas, como a indisciplina e a falta de interesse por parte dos alunos.

Nathalie Rossini